Fusão nuclear no Brasil
O único país do Hemisfério Sul com Tokamaks ativos.
Único país do Hemisfério Sul com tokamaks ativos
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- tokamaks em operação
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- início da pesquisa nacional
- 0 mi °C
- primeiro plasma do TBR-1
Como começou
A pesquisa em fusão nuclear no Brasil começou formalmente em 1974, com grupos criados em paralelo na USP, UFRGS e UNICAMP — impulsionados pela crise do petróleo de 1973.
O marco mais simbólico foi o TBR-1: o primeiro Tokamak construído no Brasil, 100% nacional, com componentes do mercado de eletrônicos de São Paulo e montados artesanalmente na USP. Alcançou seu primeiro plasma de 7 milhões de graus Celsius.
Fonte: PESTANA, A. ITER: os caminhos da energia de fusão no Brasil. FUNAG.
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As duas máquinas
Meio século depois, o país mantém dois tokamaks em funcionamento — cada um com uma vocação diferente. Passe o mouse pelos cartões (ou pelos pontos do mapa) para localizar cada máquina.
- TCABREm modernização
Instituto de Física da USP
São Paulo (SP) · 1994 primeiro plasma
O maior Tokamak do Brasil e do Hemisfério Sul. Em modernização com bobinas magnéticas inovadoras — deverá se tornar a primeira máquina do futuro Laboratório de Fusão Nuclear (LFN), a ser construído em Iperó (SP).
Tokamak convencionalMaior do Hemisfério SulFuturo LFNFonte: SBPC, jul. 2023; O Cafezinho, maio 2026.
- ETEEm operação
INPE — Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
São José dos Campos (SP) · 2000 primeiro plasma
Tokamak esférico, projeto inteiramente nacional iniciado em 1995. Alcançou o primeiro plasma em 2000 e é usado para estudar configurações compactas de confinamento.
Tokamak esféricoProjeto nacional
O gargalo
Fonte: BARROS, M. A fusão nuclear no Brasil. defesaemfoco.com.br, 2021.
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