Da pesquisa científica aos avanços tecnológicos, a história do programa nuclear brasileiro é marcada por inovação, desafios e cooperação internacional. Explore os principais acontecimentos que moldaram essa trajetória e descubra como eles influenciam o presente e o futuro da tecnologia nuclear no Brasil.
Política NuclearInício do programa nuclear brasileiro Marco inicial das políticas e pesquisas nucleares no Brasil, no pós-guerra.
InstituiçãoCriação do CNPq Fundação do Conselho Nacional de Pesquisas, base institucional para a ciência e a pesquisa nuclear no país.
PesquisaPrimeiro reator de pesquisa do Brasil O Brasil ganha seu primeiro reator de pesquisa, marcando a entrada nacional na era nuclear experimental.
Cooperação InternacionalAcordo Brasil–EUA Acordo de cooperação nuclear Brasil–EUA assinado; no mesmo ano é criada a CNEN.
PesquisaPesquisa em fusão na USP, UFRGS e UNICAMP Grupos de pesquisa em fusão criados após a crise do petróleo de 1973.
Cooperação InternacionalAcordo Nuclear Brasil–Alemanha Um dos acordos de transferência tecnológica mais ambiciosos da época: enriquecimento de urânio e construção de usinas.
Política NuclearInício do Programa Nuclear Paralelo Programa autônomo liderado pelas Forças Armadas para dominar o ciclo do combustível nuclear.
EnergiaAngra 1 entra em operação Primeiro reator nuclear comercial do Brasil — Angra dos Reis (RJ), 657 MW.
TecnologiaTBR-1, primeiro Tokamak 100% brasileiro Construído no IF/USP com componentes artesanais.
Cooperação InternacionalCriação da ABACC Agência Brasileiro-Argentina de Contabilidade e Controle de Materiais Nucleares — modelo único no mundo de salvaguardas bilaterais.
Política NuclearAdesão do Brasil ao TNP Brasil adere ao Tratado de Não Proliferação Nuclear.
TecnologiaTCABR inaugurado na USP Maior Tokamak do Hemisfério Sul, adquirido da EPF Lausanne (Suíça) e adaptado pelo grupo brasileiro.
EnergiaAngra 2 entra em operação Potência de 1.350 MW.
TecnologiaBrasil domina o ciclo do urânio Um dos apenas 8 países do mundo a dominar o ciclo completo de enriquecimento.
EnergiaAngra 1 autorizada até 2055 CNEN aprova operação até 2055 com US$ 550 milhões em modernização.
EnergiaAngra 3: meta de conclusão para 2031 Cronograma revisado pelo governo federal.
Fontes: World Nuclear Association, FUNAG, SBPC, CNEN, ABACC.
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